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CIESP apresenta novo Terminal Intermodal de Jundiaí a empresários da região

CIESP apresenta novo Terminal Intermodal de Jundiaí a empresários da região

Encontro ocorre na próxima quarta-feira (13), às 8h30. Terminal vai tornar mais eficiente o acesso ao Porto de Santos, por ferrovia

O CIESP (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) vai apresentar o novo Terminal Intermodal de Jundiaí aos empresários da região, em um encontro na próxima quarta-feira (13/12), das 8h30 às 10h30. A apresentação será conduzida pela Contrail Logística, empresa responsável pela operação do terminal, conhecido como TIJU.

O Terminal Intermodal de Jundiaí (TIJU) foi lançado oficialmente no último dia 28/11, em solenidade na Prefeitura de Jundiaí. Agora é a vez dos empresários conhecerem as vantagens logísticas do novo terminal, que deve começar a operar até o final deste mês.

O TIJU será uma solução mais eficiente e competitiva para exportações, importações e logística doméstica, via ferrovia, até o Porto de Santos. Operado pela Contrail Logística, em uma área de 75 mil metros quadrados, o terminal junto à linha férrea da MRS e terá capacidade para movimentar 70 mil TEUs (contêineres de 20 pés) por ano.

A operação intermodal pode beneficiar especialmente indústrias ligadas à importação (de insumos) ou exportação (de bens acabados), localizadas em cidades próximas a Jundiaí e Campinas, como Cajamar, Louveira, Vinhedo, Valinhos, Itupeva, Salto, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Itu, Amparo e Itatiba.

Em um cenário econômico de baixo crescimento e de busca por eficiência, a ferrovia oferece baixo custo, previsibilidade, acesso sem filas ao porto, um nível elevadíssimo de segurança operacional (baixo índice de acidentes) e da carga (índices quase nulos de roubo) – estes dois itens reduzem também custos com seguros. Além disso, o transporte ferroviário tem baixo impacto ambiental (uma composição ferroviária, com 21 vagões, transporta o equivalente a 42 caminhões).

Pulmão de cargas

Com sua localização privilegiada e com a integração entre modais de transportes, o TIJU também reduz custos dos clientes com armazenagem de cargas, uma vez que os contêineres podem ficar na área da Contrail, liberando espaço nos estoques das indústrias. Dessa forma, o empreendimento funcionará como um “pulmão logístico”, regularizando o fluxo operacional e evitando grandes picos de demandas.

Por conta de suas características, o terminal pode beneficiar especialmente empresas do segmento de tecnologia e eletrônicos, que têm fábricas na Zona Franca de Manaus e utilizam o serviço de cabotagem (navegação doméstica) para distribuir seus produtos na região de maior consumo, a Grande São Paulo.

Outras indústrias que podem ter ganhos logísticos são as que utilizam insumos importados, aproveitando o fluxo de retorno dos trens do Porto de Santos no sentido do interior.

E como este terminal terá um movimento significativo de contêineres, praticamente qualquer tipo de carga pode ser transportada pelos trens: desde commodities agrícolas até produtos com médio e alto valores agregados. Dentro do contêiner, a carga pode passar pela rodovia, ferrovia e marítimo de uma forma bem prática.

Do porto à porta

A Contrail vai operar toda a gestão do transporte feito por meio do terminal, desde o porto até a porta do cliente. E ao longo do 2018, o Terminal Intermodal de Jundiaí também deve operar com cargas com origem ou destino no Rio de Janeiro, por meio da malha ferroviária da MRS.

“Acreditamos que o transporte multimodal é a solução logística mais eficiente e sustentável e a melhor escolha nas operações envolvendo o Porto de Santos. Com a economia voltando a crescer, é fundamental para o mercado ter uma alternativa ao modal rodoviário, com custo competitivo e outras vantagens”, diz Rodrigo Paixão, CEO da Contrail.

Crescimento ferroviário

A movimentação de cargas por ferrovia no Porto de Santos tem crescido significativamente: de um total de 15,1 milhões de toneladas em 2008 para 113 milhões de toneladas em 2016 (entre importação e exportação). Atualmente, a participação do modal ferroviário neste porto é 27% do volume total movimentado e deve chegar a 40% nos próximos dez anos.

Somente no primeiro semestre de 2017, o volume das ferrovias no Porto de Santos cresceu 14%, no comparativo com mesmo período do ano passado. E a movimentação de contêineres é a que mais vem aumentando. Na MRS, esta modalidade deu um salto de 64% nos últimos três anos, totalizando 79 mil TEUs em 2016. Neste ano, a movimentação total deve chegar a 85 mil TEUs.

Sobre a Contrail

A Contrail Logística S.A. surgiu em 2010, com uma parceria estratégica entre EDLP (Estação da Luz Participações) e MRS Logística. Juntas, estas empresas desenvolveram um modelo logístico para o transporte de contêineres na região mais desenvolvida do país, transpondo de forma eficiente e sustentável a Serra do Mar, que separa o Porto de Santos do Planalto Paulista.

BTG Pactual e Eurogate entraram como sócias da Contrail, trazendo mais solidez financeira e operacional.

A Contrail implantou o primeiro hub intermodal do Brasil, o TIPS (Terminal Intermodal Porto de Santos), com 300 mil metros quadrados de área, capacidade para movimentar até 1 milhão de TEUs por ano e atuando no transporte multimodal de contêineres entre o Porto de Santos e as regiões de Campinas e Vale do Paraíba.

Informações do evento:

Encontro de Logística e Comércio Exterior – CIESP Jundiaí
Auditório Elis Regina – Complexo Argos
Av. Dr. Cavalcanti, 396, Vila Arens, Jundiaí
Informações: (11) 4815-7941 – eventos@ciespjun.com.br

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